Da terra brota o olhar estonteante
Inebriante de um novo Saber
Brota um ramo verde inocente
Que dirige para um novo amanhecer
Jorra a água das mentes brilhantes
Ofuscantes de prazer em conhecer
Jorra do fundo da alma a visão ampla
Provocando e modificando o Ser
Quanto gira a Terra, que nem podemos ver
Quantos dias, anos, que mal podemos viver
Mal sabemos o quão importante é
Cada volta, cada viravolta que a vida dá
Quanto tempo, quanto vento, quanto tento
Tentamos saber em todo o tempo
E mal sabemos o que seremos
Talvez se o soubéssemos não seríamos
Pois cada volta, gira e solta
A imaginação fértil vai e volta
Jorrando como uma fonte cristalina
Linda da cor da
turmalina
Medos e segredos,
Sofismas e cismas
Ler ou não ler
Enfim, ser, ou não ser...
Lindo, Isabel!
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